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Aluna da Pós-Unifor cria jogo que auxilia na reabilitação de crianças com paralisia cerebral

O projeto, pioneiro no Estado, foi o trabalho final de dissertação da aluna Juliana Martins do Mestrado em Informática Aplicada.

 

Aprender e ajudar o próximo. Esse foi o lema que motivou a aluna do Mestrado em Informática Aplicada da Pós-Unifor, Juliana Martins, a criar um jogo que usa a realidade virtual como parte do processo de reabilitação de crianças com paralisia cerebral, projeto que é pioneiro no Estado.

 

Juliana conta que sempre pensou em criar algo relacionado a educação, já que sua mãe é psicopedagoga e professora em Viçosa do Ceará e juntas elas já realizam projetos de inclusão para crianças com deficiência e dificuldades de aprendizado. Foi assim que, ao iniciar seu mestrado na área de Informática Aplicada, ela conheceu o Professor Dr Victor Hugo Albuquerque e eles decidiram trabalhar no desenvolvimento de uma ferramenta que contribuísse na reabilitação de crianças com paralisia cerebral.

 

“A  implementação desse projeto dentro de um processo de reabilitação, além de  trabalhar o lado motor e o cognitivo, pode servir de estímulo para as crianças e sua família pois trabalha de uma forma lúdica, aproximando a criança a uma tecnologia que não é tão acessível no seu cotidiano, consequentemente atingindo o objetivo desse tratamento, que  já está sendo realizando no NAMI”, afirma Juliana Martins.

 

O projeto, além de tudo, busca mostrar que a realidade virtual não é mais um futuro distante, e que ela está cada vez mais próxima e acessível. Juliana diz, também, que é muito gratificante ver as crianças felizes enquanto jogam e saber que está contribuindo para que ela cresça e conquiste mais independência. O jogo, inclusive, recebeu menção honrosa na categoria “Inovação e Game Design” no SBGames, o maior evento acadêmico de jogos e entretenimento digital da América Latina.

 

Juliana valoriza bastante o que conquistou durante seu mestrado na Pós-Unifor, tanto que já está no doutorado, pois reconhece que foi estimulada a “pensar fora da caixa” e usar o que aprendeu para o benefício da comunidade. “Ser  uma liderança feminina é, além de reconhecer nosso empoderamento, mostrar a capacidade que temos em pequenas ações que podem sim contribuir para a mudança do que esperamos para um mundo melhor”, finaliza.

 
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